Quando o risco era invisível — e a gestão fez a diferença.
Desafio: Conduzir projeto essencial de CAPEX de US$7 milhões durante a pandemia com operação ativa e segurança.
Resultado: Zero incidentes, escopo entregue no prazo, economia de 17% do orçamento inicial e premiação interna de pioneirismo.
O que fizemos: Planejamento expandido, monitoramento constante e comunicação padronizada entre as equipes de engenharia e execução, além de reorganização de padrões técnicos para execução e comissionamento.
Case completo:
Quando o risco era invisível — e a gestão fez a diferença.
Era 2020. O silêncio das ruas contrastava com a movimentação silenciosa de uma planta industrial que não podia parar.
Enquanto o mundo parava, um projeto de US$ 7 milhões precisava continuar — com operação ativa, equipe reduzida e risco de contaminação iminente.
Em meio à incerteza global, Eliana Fiorese liderou a execução de um projeto de CAPEX crítico que exigia precisão, coragem e método.
A solução foi ampliar o planejamento e reorganizar tudo o que antes parecia inegociável: fluxos operacionais, comunicação intensa, processos redesenhados e padrões técnicos.
Equipes foram reestruturadas em grupos disciplinares e interconectadas por acompanhamento remoto, mantendo a produtividade e a segurança.
O resultado: zero incidentes, entrega dentro do prazo e economia de 17% do orçamento inicial.
O projeto recebeu premiação da Evonik Corp de pioneirismo, sendo reconhecido como referência global de execução sob risco extremo.
O que isso representa para a EK3 hoje:
Essa experiência consolidou o DNA da EK3: gestão técnica sob pressão, com disciplina e foco em segurança.
A metodologia EK3 provou que, mesmo em cenários imprevisíveis, o método é o que garante resultado — e o resultado é o que reforça a confiança.








