Quando melhorar a produtividade não era uma ideia era uma meta pessoal.
Desafio: Reduzir perdas, aumentar produção e otimizar destilação.
Resultado: +US$10 milhões em ganhos combinados entre vendas e economia técnica.
O que fizemos: Projetos de otimização técnica, RTY, batch control, Green Belt.
Case completo:
Quando melhorar a produtividade deixou de ser meta — e virou método.
Entre 2007 e 2011, Eliana Fiorese transformou metas industriais em resultados concretos somando mais de US$10 milhões em ganhos que hoje sustentam a metodologia de gestão técnica aplicada pela EK3.
O som das válvulas e o vapor de água da produção preenchiam o ambiente e, entre pranchetas e medições, a meta era clara: produzir mais, com menos desperdício e zero perda de controle.
Durante estes quatro anos, Eliana Fiorese liderou projetos de otimização de processos e controle de processos que redefiniram o desempenho operacional.
Com novas rotinas de operação, a taxa de downtime caiu 15%, elevando a capacidade anual em 300 milhões de quilos de produtos e acrescentando US$ 4 milhões em vendas.
Os procedimentos na produção foram redesenhados, gerando economia superior a US$ 1 milhão por ano e dobrando o aproveitamento dos ativos.
O rendimento total (RTY) saltou de 30% para mais de 80%, e o ciclo produtivo foi encurtado em 1,5 hora por batelada, com US$ 200 mil anuais em economia.
O impacto financeiro total ultrapassou US$ 10 milhões mas o verdadeiro ganho foi a criação de um novo padrão de produtividade e disciplina técnica que, mais tarde, se tornaria a base da metodologia EK3.
O que isso representa para a EK3 hoje:
Foi aqui que nasceu o núcleo da metodologia EK3 engenharia transformada em gestão mensurável.
Cada solução que a EK3 desenvolve carrega essa origem a busca por produtividade com método, clareza e resultado comprovável.








