Você não evita imprevistos com sorte — mas com método.
Desafio: Reduzir falhas inesperadas e melhorar a eficiência da manutenção.
Resultado: Shutdowns semestrais implantados; -10% no orçamento de manutenção; >US$6 milhões em projetos.
O que fizemos: Padronização de processos, cronogramas de parada e gestão de risco.
Case completo:
Você não evita imprevistos com sorte, mas com método.
Uma falha não programada interrompeu a produção em plena madrugada — e custou caro.
A partir dali, a manutenção deixou de ser reativa e virou um método.
Foi com esse princípio que Eliana Fiorese iniciou a reestruturação da área de manutenção daquela planta química.
Implantou shutdowns semestrais planejados, com base em análise de risco, padronização de rotinas e integração entre engenharia, produção e segurança.
O novo modelo eliminou falhas recorrentes, reduziu emergências e baixou o orçamento de manutenção em 10%, sem qualquer perda de performance.
Sob sua gestão, projetos industriais somando mais de US$ 6 milhões em investimentos foram executados dentro do prazo, escopo e custo planejados — um feito que trouxe tranquilidade operacional e elevou a moral das equipes técnicas.
A partir desse projeto, a manutenção deixou de ser apenas corretiva: tornou-se uma ferramenta estratégica de confiabilidade e eficiência.
O que isso representa para a EK3 hoje:
Esse case consolidou um dos pilares da EK3: gestão de paradas (shutdown) com método e previsibilidade.
Cada shutdown conduzido pela EK3 segue essa filosofia — o risco é controlado pelo planejamento, e o resultado é garantido pela disciplina técnica.








